20 de julho de 2017

Mulher é condenada por assassinato do marido em crime 'testemunhado' por papagaio

Glenna Duram foi considerada culpada pelo assassinato de seu marido
© Foto: ABC Glenna Duram foi considerada culpada pelo assassinato de seu marido

Uma mulher foi considerada culpada de assassinato por ter atirado cinco vezes contra seu marido - em um caso aparentemente presenciado por um papagaio.
Glenna Duram disparou contra o marido, Martin, antes de voltar a arma contra si mesma em uma tentativa frustrada de suicídio na casa do casal em Sand Lake, no Estado de Michigan, nos Estados Unidos, em maio de 2015.
Mais tarde, o papagaio repetiu as palavras "Don't f****** shoot!" ("Não atire, p***a!", em tradução livre) na voz da vítima, segundo a ex-mulher de Martin.
O animal, um papagaio-cinzento chamado Bud, não foi usado no julgamento.
O júri considerou Glenna, de 49 anos, culpada de homicídio de primeiro grau após um dia de deliberações. Ela receberá a sentença no mês que vem.
Glenna sofreu um ferimento na cabeça durante a tentativa de suicídio, mas sobreviveu.
A ex-mulher de Martin e atual dona de Bud, Christina Keller, disse acreditar que o animal estava repetindo uma conversa da noite do crime, que segundo ela terminou com a frase "não atire!", com um palavrão no meio.
Os pais de Martin concordaram com a possibilidade do animal ter ouvido a discussão do casal e então ter ficado repetindo suas últimas palavras.
"Eu pessoalmente acho que ele estava lá, que ele lembra e estava falando isso", disse o pai, Charles, à imprensa local.
"Aquele pássaro percebe absolutamente tudo e tem a boca mais suja da área", disse a mãe, Lilian Duram.
Um papagaio-cinzento como Bud, que tem uma 'boca suja' segundo a mãe da vítima © Fornecido por BBC Um papagaio-cinzento como Bud, que tem uma 'boca suja' segundo a mãe da vítima 

 

7 de julho de 2017

Lívia Andrade comenta confusão com Flor no SBT

Famosas protagonizaram uma 'cena' no "Jogo dos Pontinhos"
© Instagram Famosas protagonizaram uma 'cena' no "Jogo dos Pontinhos"
Lívia Andrade confirmou que teve uma desavença com Flor durante uma gravação do "Programa Silvio Santos", do SBT - o resultado está previsto para ir ao ar no próximo domingo (9).
Segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, a veterana chegou a passar mal com a briga e foi atendida pelos médicos no ambulatório da emissora.
A atriz garantiu que, apesar do ocorrido, nenhuma passou dos limites e elas apenas protagonizaram a "mesma coisa de sempre" no ‘Jogo dos Pontinhos".
Ao "Uol", Lívia ainda explicou por que usou a imagem de uma cobra para cobrir o rosto da loira em uma foto compartilhada em seu Instagram.
"Se temos algum problema pessoal, para lavar roupa suja é no camarim. No palco, é para brincar. Há momento de saber a hora de parar porque o Silvio vai cutucar e querer extrair o máximo da gente", comentou.
E acrescentou: "Falei para ele e vai para o ar neste domingo: ‘Aqui é o Instituto Butantan, meu querido. Aqui tem várias espécies e você é a ‘cobra rei’, a ‘cobra mor’, o cobrão da emissora’. Não me tirei disso. Em televisão, não tem santo nem inocente".

 

Taís Araújo sobre injúria racial: 'Implorei para a Globo me resguardar'

Taís Araújo sobre injúria racial: 'Implorei para a Globo me resguardar': "Meu lugar não é na seção policial do noticiário e sim na de cultura", disse a estrela global
© Reprodução / Facebook "Meu lugar não é na seção policial do noticiário e sim na de cultura", disse a estrela global

Os assuntos 'injúria racial, 'racismo' e 'preconceito' voltaram à tona na entrevista que Taís Araújo deu à revista Marie Claire recentemente. A atriz, que sempre milita pelos direitos das minorias, principalmente da comunidade negra, entregou que sofreu calada e tentou ser discreta quando foi vítima de racismo na internet, em 2015.
"Percebi que não podia mais aceitar o preconceito passivamente. Ao mesmo tempo, não queria me promover em cima do racismo. Então, optei por não dar entrevistas — o que me causou muita dor de cabeça", declarou Taís.
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A artista comentou também sobre o 'pedido de socorro' que fez à Globo, emissora em que trabalha. "Eu fui à delegacia prestar queixa por injúria racial. Sofri muita pressão para falar sobre o assunto na época. Até do Jornal Nacional. Tive que implorar para que a Globo me resguardasse. Meu lugar não é na seção policial do noticiário e sim na de cultura. Quanto mais falasse sobre aquilo, mais voz daria aos racistas", disse a estrela.
A propósito, Taís Araújo recebeu o marido Lázaro Ramos no 'Saia Justa' do GNT nesta semana. No programa, o ator falou também sobre a pobreza em que viveu e o sofrimento causado também pelo racismo. Parte da sua trajetória foi parar no livro 'Na Minha Pele', escrito por ele.

 

5 segredos que os dentistas não contam

© Fornecido por Abril Comunicações S.A.

1) “Obturações não são necessárias e cáries podem ser revertidas”
Em média, uma cárie leva entre quatro e oito anos para progredir do esmalte para a dentina (camada mais interna do dente). Isso significa que há tempo de sobra para tratá-la com flúor, escovação, restrição de açúcar e monitoramento, segundo um estudo da Universidade de Sydney, na Austrália.2) “O índice de flúor na água está errado”
Ao menos no estado de São Paulo, mais ou menos 30% das amostras contêm flúor a mais ou a menos do que o recomendado. Se o índice for abaixo do padrão, não garante o benefício anticárie. E, se for acima, pode levar à fluorose, que causa manchas, geralmente esbranquiçadas (nos casos mais graves, marrons), nos dentes.
3) “A anestesia não é tão inocente”
Você corre o risco de perrengues momentâneos, como passar um tempo sem conseguir piscar (e ficar com o olho seco) ou ganhar um belo de um hematoma se a agulha acertar algum vaso sanguíneo. Também há
4) “Nossos consultórios estão contaminados”
Aquele aparelhinho que borrifa água na sua boca pode causar infecções. Segundo um estudo da Universidade de Poitiers, na França, o instrumento costuma ter bactérias mais resistentes do que se imaginava e os desinfetantes recomendados pelos próprios fabricantes dos equipamentos não são 100% eficazes.
5) “Nem a gente concorda sobre como escovar os dentes”
Uma pesquisa da University College of London, na Inglaterra, comparou as recomendações de escovação das associações de dez países, de fabricantes de escovas e pastas de dentes e de livros. Conclusão: elas diferem muito. E não há evidência que comprovem que técnicas elaboradas sejam mais eficazes que uma escovada simples. Na dúvida, seja simples e foque nas áreas onde a placa costuma se formar, como as superfícies dos dentes e perto da gengiva.FONTES  Revistas  Pesquisa FapespReader’s Digest  e  Time ; sites  CBS News , Daily Mail ,  Elsevier ,  EurekAlert!Folha de S.PauloHarvard UniversityiGNYMAGPacific StandardPhysician Health ProgramSurgeryUniversity of British ColumbiaUSA TodayUSP Wired

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6 de julho de 2017

PF põe fim a grupo de investigadores da Lava Jato em Curitiba

Lava Jato: PF fecha grupo em Curitiba: Coletiva de imprensa referente à 39ª fase da operação Lava Jato, na sede da Polícia Federal no Paraná - 28/03/2017
© Vágner Rosário Coletiva de imprensa referente à 39ª fase da operação Lava Jato, na sede da Polícia Federal no Paraná - 28/03/2017

A Polícia Federal (PF) encerrou o núcleo de trabalho específico voltado para a Operação Lava Jato em Curitiba. Em nota, a direção-geral da PF confirmou que os investigadores passarão a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor). A mesma medida será aplicada ao grupo que tratava da Operação Carne Fraca. Segundo a PF, a mudança no grupo de trabalho segue o modelo adotado nas demais superintendências espalhadas pelo país.
A direção-geral da PF diz que os resultados alcançados com a prática são “altamente satisfatórios, como são exemplos as operações oriundas da Lava Jato deflagradas pelas unidades do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo”.
A PF justifica que a decisão de acabar com o núcleo de Curitiba tem o objetivo de priorizar as investigações de maior potencial de dano ao erário. A direção-geral alega que a medida permitirá o “aumento do efetivo especializado no combate à corrupção e lavagem de dinheiro e facilita o intercâmbio de informações”.
O grupo da Lava Jato em Curitiba vinha sofrendo com reduções drásticas no orçamento e em seu efetivo. O jornal O Estado de S.Paulo publicou, em maio, que a verba destinada à PF caiu 44% durante o governo do presidente Michel Temer (PMDB).
A redução geral no orçamento da PF acarreta em diversas economias que prejudicam as megaoperações. Entre as reduções de custo, estão hospedagem de equipes e até combustível de viaturas utilizadas.
Até dezembro, a Operação Lava Jato – maior operação contra a corrupção da história brasileira – contava com nove delegados dedicados exclusivamente à condução das suas investigações. Atualmente, os os 180 inquéritos contra políticos, empresários e ex-diretores da Petrobras ficaram concentrados em apenas quatro profissionais.
Confira na íntegra a nota emitida pela direção-geral da PF:
Sobre o efetivo da Superintendência Regional no Paraná, a Polícia Federal informa:
1. Os grupos de trabalho dedicados às operações Lava Jato e Carne Fraca passam a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (DELECOR);
2. A medida visa priorizar ainda mais as investigações de maior potencial de dano ao erário, uma vez que permite o aumento do efetivo especializado no combate à corrupção e lavagem de dinheiro e facilita o intercâmbio de informações;
3. Também foi firmado o apoio de policiais da Superintendência do Espírito Santo, incluindo dois ex-integrantes da Operação Lava Jato;
4. O modelo é o mesmo adotado nas demais superintendências da PF com resultados altamente satisfatórios, como são exemplos as operações oriundas da Lava Jato deflagradas pelas unidades do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, entre outros; 
5. O atual efetivo na Superintendência Regional no Paraná está adequado à demanda e será reforçado em caso de necessidade;
6. A Polícia Federal reafirma o compromisso público de combate à corrupção, disponibilizando toda a estrutura e logística possível para o bom desenvolvimento dos trabalhos e esclarecimento dos crimes investigados.
Divisão de Comunicação Social

 

4 de julho de 2017

‘Parecer terá possivelmente viés político’, diz relator da denúncia contra Temer

Considerado um parlamentar 'independente' pelo Palácio do Planalto, o deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) foi escolhido relator do caso sobre o pedido de abertura de investigação contra o presidente Michel Temer na Câmara

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O deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO

Considerado um parlamentar "independente" pelo Palácio do Planalto, o deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) deve preparar um relatório "predominantemente jurídico" sobre o pedido de abertura de investigação contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. "Predominantemente jurídico e possivelmente com um viés político também", explicou o deputado ao Estado/Broadcast
Nesta terça-feira, 4, ele foi escolhido relator do caso pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), que enalteceu o fato de Zveiter ser advogado. Ainda assim, o deputado diz que precisa "estudar" o caso antes de definir quais aspectos políticos serão abordados em seu relatório.
 O relator nega, no entanto, que será influenciado pelos colegas por ser do mesmo partido do presidente o PMDB. "Eu não sou ministro do governo, sou deputado federal", afirmou ao destacar que também não possui cargos na gestão peemedebista. "Eu vou cumprir o que determina a Constituição e o regimento interno. Eu não funciono a base de pressão", enfatizou.

Leia a entrevista com Sergio Zveiter:
Por ser advogado, o sr. pretende fazer um relatório mais jurídico do que político?
Jurídico, sim. Com certeza absoluta. Predominantemente jurídico e possivelmente com um viés político também. Quem vai dar a palavra final política da aceitação ou não é o plenário. O que a Constituição e o regimento interno preveem é que a Câmara dos Deputados vai decidir se aceita ou não, ou seja, é o plenário que é soberano e vai dar a última palavra. A CCJ vai dar uma contribuição que é o relatório.
Pelo conhecimento do sr. da Constituição, o que um relator deve analisar nesse tipo de caso?
Isso é uma questão que eu estou estudando, te confesso que não tenho convicção formada a respeito do limite de atuação da CCJ e do procedimento. Se você olhar, a Constituição diz lá que, havendo a denúncia, vai para o STF, que encaminha para a Câmara autorizar, mas não diz que vai para análise sob aspectos jurídicos ou políticos. A doutrina é que fala um pouco sobre isso.
O sr. vai analisar o mérito das provas apresentadas pela PGR na denúncia ou vai focar na existência delas para julgar uma possível admissibilidade?
Isso eu vou ter que estudar, eu estou analisando, não tenho uma convicção ainda. No caso, a minha atuação é mais ou menos como um julgador. Estou recebendo o processo, vou ler o processo, ler a defesa, vou formar meu conhecimento e emitir meu parecer.
O sr. se sente na obrigação de apresentar um relatório o mais breve possível?
Eu vou fazer o que o presidente da Câmara já anunciou e o presidente da CCJ também. Eu vou cumprir o que determina a Constituição e o regimento interno. Eu não funciono a base de pressão, quem funciona a base de pressão é pneu de automóvel.
Como explicar para as pessoas que o sr. não vai proteger o presidente mesmo sendo do partido dele?
O Brasil é uma República, constituído de Três Poderes autônomos e independentes. Tenho respeito pela figura do presidente, como tenho respeito pela presidente do STF e das demais autoridades constituídas, mas, aqui, eu represento um poder autônomo e independente que é a Câmara dos Deputados. E é pautado nessa autonomia, independência e harmonia dos poderes que eu vou me comportar. Eu não sou ministro do governo, eu sou deputado federal. Ministro é quem trabalha de acordo com orientação do governo, deputado tem que trabalhar de acordo com sua consciência. Então eu sei que provavelmente vou agradar algumas pessoas e desagradar outras, mas é a vida como ela é. Nem Jesus Cristo agradou todo mundo.
O presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco, tem mantido uma atuação independente. O sr. foi uma indicação dele. O governo precisa desconfiar do sr?
Eu acho que o governo, às vezes, desconfia de pessoas que não deveria desconfiar e confia em pessoas que não deveria confiar. Mas isso não é um problema meu, é um problema do governo.
O sr. corre o risco de ser relacionado a algum nome do PMDB que está implicado na Lava Jato?
Não, não. Nenhum. Todo cidadão, ele tem que cumprir seus deveres e suas obrigações e responde pelos seus atos, foi assim sempre na minha vida, eu estou com a consciência tranquila de tudo o que eu fiz na minha vida hoje. Eu não tenho essa preocupação, eu durmo muito bem, graças a Deus. A minha relação com os políticos, de um modo em geral, com todos, sem exceção, é uma relação política e institucional e ponto.
Não é uma relação pessoal?
Pessoal sim, tem pessoas que eu me dou bem. Mas eu não sou uma pessoa que tem cargo no governo, que tenho indicações no governo, não sou um deputado que fica nos ministérios visitando... Eu me dou bem com as pessoas, mas daí para ter alguém que tem uma ascendência sobre mim, para chegar e dizer o que eu vou fazer, isso não, só Deus.
De quem o sr. é próximo no Palácio do Planalto?
Eu não posso dizer que eu seja próximo, depende o que seja próximo, entendeu? Não tem uma pessoa com uma proximidade maior. Eu acho que eu fui ao Palácio do Planalto uma vez depois que o Temer tomou posse. Não me lembro. Na verdade, eu acho que eu fui quando a Dilma ainda era presidente... Acho que eu nunca pisei no Palácio do Planalto com Temer. Eu fui a um jantar no Palácio da Alvorada que teve para todos os deputados, eu não lembro para o que era. Teve um jantar para mais de 300 pessoas em um domingo, neste eu fui.
Seu nome já era apontado como relator da denúncia há algum tempo. O sr. se preparou?
Quando as pessoas começaram a falar no meu nome, saiu uma matéria no Estado, com uma foto minha, então eu eventualmente achei que poderia ser eu, e falei: ‘Eu não posso ir cru’. Então eu li um pouco o texto constitucional, li o regimento interno, li um pouco de doutrina, fiz um estudozinho básico para ver se tinha um direito comparado, para eu poder saber alguma coisa, mas eu vou começar a estudar o caso agora.
A situação econômica do País vai ser levada em conta?
Todos os brasileiros estão preocupados com a situação econômica do País e com o futuro do País. A questão econômica não é objeto da denúncia e, provavelmente, não vai ser objeto da defesa. Então não é sobre isso que eu vou ter que me manifestar. Eu, como cidadão, estou muito preocupado com isso. Mas, como relator, estou preocupado com o que tem no processo.

Fonte:  Renan Truffi, O Estado de S.Paulo

Anitta é flagrada aos beijos com Thiago Magalhães

Slide 1 de 8: Anitta foi flagrada aos beijos com Thiago Magalhães em uma festa na casa de amigos no Rio. Veja a foto abaixo!
© AGNews

Anitta tentou despistar sobre o romance com o empresário Thiago Magalhães, mas não conseguiu! Em uma festa na casa de amigos no Rio de Janeiro, a cantora assumiu o namoro com o carioca e foi flagrada aos beijos com Magalhães, segundo informação do jornalista Leo Dias, do programa "Fofocalizando". A funkeira começou a se relacionar com Thiago no começo de junho e passou o Dia dos Namorados com o rapaz. No final de semana, a artista levou o novo namorado para assistir à peça "Desesperados", do humorista Marcus Majella, no Leblon, zona sul da cidade.

Empresário não dispensa carro blindado e seguranças

Thiago Magalhães prefere levar uma vida low profile e tem bastante preocupação com violência. O rapaz de 25 anos não dispensa carro blindado e dois seguranças para sair de casa. Antes de engatar o romance com a cantora, o empresário namorou a blogueira Marina Pumar. Em março, a jovem foi clicada dentro do carro de Justin Bieber durante a passagem do popstar pela Cidade Maravilhosa.

Cantora assume que desceu degraus por carreira internacional

Depois da parceria com Iggy Azalea e lançar "Paradinha" em espanhol, Anitta revelou que precisou descer alguns degraus para dar início à sua carreira no exterior. "Quando você é muito grande no seu país ou no seu mercado e vai para um lugar onde ninguém te conhece, tem que descer alguns degraus e entender que lá você não é ninguém", avaliou. "Não dá para ter ego. Você amadurece muito, porque começa do zero. Estou fazendo coisas que eu fazia no meu início. Não tem essa de querer ser tratada como uma estrela maravilhosa, diva, porque eu não sou", completou.

Anitta revela que 'foge' de dieta restrita

Sob supervisão da life coach Mayra Cardi, Anitta tem seguido uma dieta restrita. No entanto, a cantora confessou que às vezes escapa da alimentação regrada. "O que ela fez foi me ensinar a me controlar. Eu continuo comendo, óbvio, quando eu quero. Mas não exageradamente, igual uma louca como se eu fosse morrer, passar mal, eu hoje em dia já estou controlando. De vez em quando eu vou e como o que gosto, depois volto."
(Por Tatiana Mariano)

 

Comentário de Drica Moraes no “Encontro” divide opiniões

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© Reprodução/Rede Globo drica-moraes-barriga-comentario-polemica

A atriz Drica Moraes irá interpretar uma cientista que descobre o segredo do “juventude” no seriado A Fórmula, que estreia nesta quinta (6) na Rede Globo. Para promover a série, ela esteve no programa Encontro com a colega de elenco Luisa Arraes. Um depoimento da famosa, no entanto, está dividindo opiniões na internet.
Após uma convidada da plateia afirmar que é bem resolvida consigo mesma, mas que mudaria sua barriga, Drica indagou: “Ninguém tolera a barriga. Que coisa triste, né? Vamos acabar com esse padrão! Uma barriga é a coisa mais linda, mais sexy. Amo homem barrigudo! Amo mulher barriguda! Acho gostoso. Viva a barriga brasileira!“, disse no programa desta terça (4)

Drica Moraes revelou ainda que não tem problema com a idade: “A juventude é muito triste porque você tem que batalhar. As pessoas têm que te entender, você tem que entender as pessoas. Eu não voltaria no tempo. É muito mais tranquilo agora“, revelou.
No Twitter, apesar do comentário empoderado, muitos acreditam que a atriz defendeu a “barriga brasileira” por ser… magra.



EUA concluem que Coreia do Norte testou míssil intercontinental; Alasca pode estar no alcance

Míssil balístico Hwasong-14 em foto divulgada pela Agência de Notícias Central da Coreia do Norte, em Pyongyang
© REUTERS Míssil balístico Hwasong-14 em foto divulgada pela Agência de Notícias Central da Coreia do Norte, em Pyongyang

Por Phil Stewart e David Brunnstrom
Os Estados Unidos concluíram que a Coreia do Norte testou o lançamento de um míssil balístico intercontinental, disse uma porta-voz do Pentágono nesta terça-feira, e especialistas alertaram que o Estado norte-americano do Alasca agora pode estar dentro de alcance.
Caso confirmado como um míssil balístico intercontinental, o lançamento marcaria um grande feito para o programa de mísseis da Coreia do Norte e aumentaria preocupações em Washington sobre a busca declarada de Pyongyang por um míssil capaz de carregar uma ogiva nuclear que possa alcançar os EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu em janeiro que a Coreia do Norte nunca alcançaria esta meta.
Os Estados Unidos pediram um encontro a portas fechadas dos 15 membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas sobre o lançamento, e uma sessão será realizada na quarta-feira.
O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, pediu uma ação internacional e disse que o teste é mais uma escalada na ameaça nuclear da Coreia do Norte.
Em comunicado, Tillerson alertou que qualquer país que abrigar trabalhadores norte-coreanos, fornece ajuda econômica ou militar a Pyongyang ou não implementa as sanções impostas ao país pela ONU está "ajudando e incentivando um regime perigoso".
"Todas as nações devem demonstrar publicamente para a Coreia do Norte que há consequência para sua busca por armas nucleares", disse Tillerson.
O lançamento, na véspera do Dia da Independência dos EUA, nesta terça-feira, ocorreu dias antes de líderes do Grupo dos 20 discutirem passos para conter o programa de armas da Coreia do Norte, que tem sido seguido pelo país em desafio às sanções do Conselho de Segurança.
A mídia estatal da Coreia do Norte relatou que o lançamento foi ordenado e supervisionado pelo líder Kim Jong Un e enviou o Hwasong-14 a 933 quilômetros, chegando a uma altitude de 2.802 quilômetros durante tempo de voo de 39 minutos.
Alguns analistas disseram que os detalhes do voo sugerem que o novo míssil possui alcance de mais de 8 mil quilômetros, o que colocaria partes significativas de solo norte-americano em alcance, representando grandes avanços no programa.
David Wright, co-diretor do Programa de Segurança Global da União de Cientistas Interessados, sediada nos EUA, disse que o tempo de voo e distância sugerem que o míssil pode viajar cerca de 6.700 quilômetros, deixando todo o Alasca em alcance.

Fonte: 

É por isso que o gelo marinho antártico diminuiu esse ano

© Reprodução
© Fornecido por F451 Midi Ltda.
© Fornecido por F451 Midi Ltda.
O desaparecimento de gelo do mar ártico já está bem documentado, com uma causa bem estabelecida. Porém, no verão passado, cientistas ficaram assustados ao descobrir que o gelo antártico também começou a sumir. Agora, os cientistas do British Antarctic Survey estão jogando a culpa pelo evento em uma onda de clima estranho, mostrando o tanto que nós ainda precisamos aprender sobre o que controla o gelo ao redor do Polo Sul.

De setembro a novembro de 2016, o anel de gelo ao redor da Antártida derreteu em uma taxa de até 75 mil quilômetros quadrados por dia, mais rápido do que qualquer derretimento de primavera desde que o satélite começou a gravar os dados. Em 1º de março, o pico do verão austral, o mar de gelo antártico tinha diminuído 2,1 milhões de quilômetros quadrados, um recorde. Geralmente, o gelo marinho antártico fica no limite de cerca de 3 milhões de quilômetros quadrados, ou 30% a mais de gelo.

Se você precisa de uma prova visual de que esse verão foi bem esquisito, dê uma olhada nesse gráfico da extensão de gelo do gelo marinho antártico para o mês de novembro:

O derretimento repentino fez os cientistas se perguntarem sobre o que estava acontecendo durante meses. Agora, depois de comparar a tendência de dados de gelo marinho com os padrões de circulação atmosférica, um time de pesquisadores está oferecendo uma explicação provável.

Em uma matéria para o Geophysical Research Letters no mês passado, os cientistas explicaram como a queda do gelo coincidiu com uma série de notáveis anomalias climáticas e tempestades, que começaram em setembro com um centro de pressão extremamente baixa no mar de Amundsen saindo da costa da Antártica Oeste. Em novembro, o mar Weddle estava perdendo 77 mil quilômetros quadrados por dia.

"Não há indicação de que isso seja nada além de variabilidade natural", disse o autor principal do estudo, John Turner, em um comunicado. "Ele destaca o fato de que o clima da Antártica é incrivelmente variável.”

Cecilia Bitz, uma pesquisadora de gelo marinho na Universidade de Washington, disse ao Gizmodo que a explicação oferecida no novo artigo "parece precisa" e combina bem com sua própria interpretação dos dados do gelo marinho. Bitz, com seu pós-doutorado, atualmente tem um artigo em análise, que descreveu como "totalmente complementar e de acordo" com o de Turner.

Explicar os padrões climáticos e suas tendências no continente mais ao sul do nosso planeta está provando ser um desafio incrível. Tirando 2016, o gelo marinho da Antártida vem se expandindo lenta mas continuamente, no registro do satélite, atingindo um máximo histórico em outubro de 2014, apesar da tendência de aquecimento global. Os cientistas atribuem essa expansão aparentemente bizarra a tudo, desde a topografia a padrões climáticos decenais à camada de ozônio e até mesmo o aquecimento global, Mas a verdade é que ainda não sabemos o que está acontecendo.

As descobertas do novo estudo são úteis porque acrescentam outra camada à nossa compreensão da variabilidade no gelo ao redor do Polo Sul. Elas são reforçadas pelo fato de que outros pesquisadores já estão as replicando, mas mais mentes e mais dados podem fazer com que a imagem evolua ainda mais. A esperança é de que a acumulação constante de conhecimento científico nos ajude a prever melhor o futuro da Antártida e a ajudar a humanidade a se preparar para as conseqüências.


 

Baratas servem para algo de bom?

Baratas servem para algo de bom?
© image/jpeg Baratas servem para algo de bom?

Encontrei uma barata na cozinha. Quando ela olhou pra mim, questionei meu asco: as baratas servem para algo de bom?
Tonny Ronnier, Itapipoca, CE
Ofereceu a ela um pedaço de pudim? Pois deveria.
Apesar da imagem degradante imposta às baratas pela humanidade, essa ingrata, elas são essenciais para a nutrição dos terráqueos – nem me refiro a dietas asiáticas – e para a preservação do ambiente. É que as cucarachas são decompositoras em escala global, já que estão espalhadas pelo mundo. Elas nutrem o solo traçando excrementos e restos de plantas e de animais.
Porém, não fazem o trabalho sozinhas: elas dão carona, dentro e fora de seus corpos, para bactérias que quebram a matéria orgânica em minerais, como nitrogênio, fósforo e potássio, nutrientes fundamentais para os vegetais – processo conhecido como mineralização.
Além disso, algumas espécies desempenham papel importante na polinização de plantas. Ou seja, as baratas, essas injustiçadas, são das mais relevantes jardineiras da face da Terra.
Fontes: Isaac Planas, mestre em Biodiversidade pela Universidade de Barcelona e Marcos Potenza do Instituto Biológico de São Paulo.

Fonte 

NASA avança com seu ambicioso plano para desviar asteroides a caminho da Terra

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Uma missão para demonstrar uma técnica de desvio de asteroide acabou de ser promovida pela NASA para a fase de design. Chamado de DART, o plano veria uma espaçonave do tamanho de uma geladeira colidindo com um asteroide não ameaçador, fazendo-o se mover levemente de seu caminho orbital original. O projeto é visto como um importante primeiro passo no desenvolvimento de um escudo planetário contra asteroides a caminho.

O DART, ou Double Asteroid Redirection Test ("Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo", em tradução livre), está sendo projetado por cientistas do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins e contará com a "técnica do pêndulo cinético", em que uma espaçonave em alta velocidade colide com um Objeto Próximo à Terra (NEO, na sigla em inglês), fazendo com que ele gradativamente mude sua órbita.
 A tática poderia ser usada para desviar um asteroide a caminho da Terra.

No que será a primeira demonstração de seu tipo, o DART será testado no menor dos dois asteroides não ameaçadores do sistema duplo Didymos. Os dois asteroides nesse emparelhamento binário são conhecidos como Didymos A, que mede cerca de 800 metros em diâmetro, e Didymos B, que tem aproximadamente 161 metros de largura. A NASA espera esmagar a espaçonave no Didymos B em 2024. Esses objetos rochosos têm tamanho e composição similares aos de muitos asteroides, incluindo aqueles que poderiam causar caos na Terra.
 
"Um asteroide binário é o laboratório natural perfeito para esse teste", disse em comunicado Tom Statler, cientista de programa para o DART, na sede da NASA. "O fato de que o Didymos B está em órbita em torno do Didymos A facilita para visualizarmos os resultados do impacto e garante que o experimento não mude a órbita do par em torno do Sol."

Para a missão, o DART voaria até o Didymos e usaria um sistema de segmentação autônomo a bordo para mirar asi próprio até o Didymos B. A espaçonave do tamanho de uma geladeira atingiria o asteroide menor a cerca de 5,9 quilômetros por segundo, cerca de nove vezes a velocidade de uma bala.

A olho nu, essa colisão celestial não vai aparecer tanto, mas observatórios na Terra deverão conseguir medir a mudança resultante na órbita do Didymos B em torno do Didymos A. Mesmo um leve cutucão deve ter um impacto em sua trajetória orbital, que vai se tornar mais óbvio ao longo do tempo.

É importante apontar que o DART permitirá a cientistas determinar melhor os efeitos de tais impactos em asteroides, e os dados extraídos dessa missão podem servir para informar esforços futuros — incluindo uma missão para desviar um asteroide de fato a caminho da Terra. Esse teste possibilitará aos cientistas saber o quão pesado e rápido um pêndulo cinético precisa ser ou quantos pêndulos cinéticos são necessários para mover suficientemente um alvo.

"O DART é um passo crítico na demonstração de que podemos proteger nosso planeta de um futuro impacto com asteroide", disse o colíder do DART Andy Cheng, do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins. "Já que não sabemos muito sobre sua estrutura interna ou composição, precisamos realizar esse experimento em um asteroide de verdade. Com o DART, podemos mostrar como proteger a Terra de um ataque de asteroide com um pêndulo cinético atingindo o objeto perigoso e mandando-o para uma direção de voo diferente que não ameaçaria o planeta."

Levar o projeto do estágio conceitual para o de design não é garantia de que a missão vá de fato acontecer, mas é um importante próximo passo. Independentemente disso, é encorajador saber que um escudo planetário está nos estágios iniciais de desenvolvimento


28 de junho de 2017

Maisa Silva é proibida de voltar ao programa do Silvio Santos após abandonar gravação

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A novela Maisa Silva x Dudu Camargo acaba de ganhar mais um capítulo nos corredores do SBT. Como o Purebreak já tinha falado antes, a artista abandonou a gravação realizada nessa última terça-feira (27) após dar de cara com o apresentador do "Primeiro Impacto". Mas a reação da atriz fez com que Silvio Santos tomasse a decisão de nunca mais chama-la para seu programa! OMG!
Segundo publicação do site TV Foco, a escolha de Silvio foi dada justamente após a atriz sair aos prantos da gravação e ainda porque o pai da jovem teria proibido Dudu de citar o nome da gata nas redes sociais. O assessor do apresentador, Cristian Gomes, explicou a situação em conversa com a revista Veja. "Silvio chamou Dudu e disse que eles tinham que acabar com essa briga, que ele deveria pedir desculpas por ter dito que tinha convidado Maisa para dormir com ele para descobrir se ele tinha a voz empostada", contou.
Com isso, Silvio teria dito a seu diretor, Fabiano Wicher, que não convidasse mais Maisa para o programa por conta do acontecimento dessa terça. Que climão!

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13 de junho de 2017

Proteste: “suspender WhatsApp em aparelhos antigos é desrespeito ao consumidor”

Proteste: “suspender WhatsApp em aparelhos antigos é desrespeito ao consumidor”
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda Proteste: “suspender WhatsApp em aparelhos antigos é desrespeito ao consumidor”
No início de 2017, o WhatsApp – usado por pouco mais de um bilhão de pessoas – já deixou de funcionar em aparelhos que usam sistema operacional Android 2.1 e 2.2, iPhone 3GS/iOS 6 e Windows Phone 7. A partir de 30 de junho, será a vez dos Blackberry, Blackberry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60, que irão perder o acesso ao app definitivamente.
Por conta disso, a Proteste, Associação de Defesa do Consumidor vai notificar o Facebook, dono do serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, contra a suspensão do serviço para smartphones mais antigos. O órgão considera que a obsolescência programada dos celulares é um desrespeito ao consumidor, especialmente por quem opta por utilizar um aparelho mais antigo, uma vez que o acesso ao serviço de telefonia é provido por todas as operadoras no país.
De acordo com o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor no inciso IX, “recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais”.
O diretor de relações institucionais da Proteste, Henrique Lian, explica que uma vez que o aparelho funciona normalmente, a atualização é um direito do consumidor. “Entendemos que essa oferta por tempo razoável dura enquanto o aparelho funcionar provido do serviço de telefonia, pois uma vez que ele funciona na rede GSM, recebe normalmente todo tipo de atualização mesmo que o produto esteja descontinuado, é uma prática abusiva dos desenvolvedores a suspensão de um determinado serviço”, comenta.
“Desrespeito”
O WhatsApp justificou que “estas plataformas [caso do Blackberry e Nokia] foram muito importantes na nossa história, mas já não têm a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro”, quando fez o primeiro anúncio da mudança justiçando que hoje 0,5% dos usuários ainda tem esses aparelhos. “Mesmo que seja uma parte ínfima do total, não se pode forçar o consumidor a consumir um novo aparelho, o que entendemos ser um desrespeito ao CDC e ao consumidor”, complementa Lian.
Outro caso emblemático é o da Apple que anunciou, em 2016, que deixará de oferecer suporte a produtos que deixaram de ser fabricados em âmbito mundial há mais de cinco anos. Na época, suspendeu as atualizações do sistema iOS para o iPhone 4, e este ano teme-se que deixe de oferecer o serviço para o iPhone 5, sendo que, no país, ainda comercializa por exemplo o iPhone 5C e 5S, que fazem parte da linha.

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