20 de maio de 2014

João leão reafirma que vitória da chapa governista virá no primeiro turno

Político há mais de 25 anos na Bahia. Ex- secretário de Infraestrutura do estado. Ex-prefeito de Lauro de Freitas e eleito com mais de 204 mil votos na última eleição para deputado federal, o atual candidato a vice-governador na chapa majoritária do governo, João Leão (PP) falou no Se Liga Bocão desta
segunda-feira (19) que tem a certeza da vitória governista ainda no primeiro turno nas próximas eleições. Mas apresentou uma contradição afirmando que “toda eleição é eleição. Não se deve existir de nenhuma parte o espírito do ‘já ganhou’”.

Escolhido no último mês de março como candidato ao vice governo, desbancando o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), o pepista garante ter todas as qualidades para tomar posse do cargo no dia 1º de janeiro de 2015. “Em todo este tempo de vida política, nunca tive nenhum problema irregular. Sou totalmente um candidato ficha limpa e nunca me envolvi em polêmicas”, ressaltou João Leão.

E por falar em assuntos delicados, Leão comentou sobre a atual situação do também deputado federal, Luiz Argôlo (SDD), suspeito de envolvimento em negociações milionárias com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. João Leão não poupa palavras ao admitir gostar muito da pessoa do deputado Argôlo, mas diz que este impasse o colocou numa situação difícil. “Acredito que seja muito difícil dele escapar da cassação. Esse acontecimento colocou a sua jovialidade política em risco”, disse.

Rejeição do PT

Para Leão, os números que representam a rejeição do governo Dilma é um problema legislativo e envolve, principalmente, a política econômica, mas que a situação no Estado pode ser considerada diferente. Para isto, Leão apresentou alguns dados que considera positivos sobre o governo de Jaques Wagner.

Segundo ele, o problema envolvendo o programa habitacional que concedia financiamentos de até 50% do valor da prestação de imóveis, proporcional à renda do servidor e que foi suspenso pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder) é algo momentâneo. “O atual governo apresentou um auxílio de cerca de R$ 100 mi. No determinado momento em que este valor é alcançado é preciso um tempo para regularização das verbas. Não tem como ultrapassar esta etapa”, disse.

Ferrovia Oeste-Leste

Segundo João Leão, as obras da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) que está em crise por conta de uma possível demissão de 1.300 funcionários, segundo sindicalistas, a atividade apresentará 35% a 40% da receita da Bahia. “O impacto social e econômico após conclusão destas obras será revertido em todo o Estado”, concluiu. 


Bocão News

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