1 de maio de 2017

Ato de 1º de maio no Rio condena reformas trabalhista e da Previdência

Ato de Dia do Trabalho na Cinelândia. Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo

Concentração é na Cinelândia

RIO - O ato de 1º de Maio, Dia do Trabalho, na Cinelândia, traz mensagens contra as reformas reformas trabalhista e da Previdência e a truculência policial. As pessoas começaram a chegar por volta de 10 horas e as participações começaram pouco antes de meio-dia.
O ato acontecia de maneira tranquila até pouco antes de 13h, quando um princípio de confusão ocorreu na hora que parlamentares começavam a falar no palco. Um suposto integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) interrompeu o discurso do deputado Wadih Damous (PT-RJ) com uma bandeira da monarquia e foi agredido por manifestantes. Ele foi então retirado do local por integrantes da CUT.
O policiamento está reforçado no entorno da Cinelândia, com a participação da Polícia Militar, Guarda Municipal, Operação Centro Presente e agentes do Batalhão de Choque. Pessoas ostentam cartazes com mensagens contra as reformas trabalhista e da Previdência.
O deputado Wadih Damous (PT-RJ), que participa do ato no Rio, disse que esse Dia do Trabalho tem característica especial.
— O ato já aconteceria porque é tradição, mas neste ano é uma luta contra o Estado de exceção que vivemos, em um cenário de retirada dos direitos dos trabalhadores. Além disso, é uma resposta à repressão selvagem da última sexta-feira — afirmou.

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